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{ GIULIANA BERGAMO }

 

Eu poderia dizer que sou jornalista, roteirista, pesquisadora, escritora. Mas talvez o melhor seja contar que sou curiosa e escrevo. Estas duas características, afinal, estão na essência de tudo o que eu faço: reportagens, edição de textos, projetos editoriais, livros, roteiros (de exposições, de vídeos, de podcasts), pesquisas acadêmicas, cursos de literatura, crônicas, contos, cartas de amor. 

{ POR ONDE JÁ PASSEI }

 

 

PUC-SP

Fiz graduação em Jornalismo e me formei em 2004. Tinha vontade de seguir estudando, mas, na época, eu já trabalhava como repórter na revista Veja. Achei que seria puxado conciliar as duas coisas (mal sabia…). Voltei para a universidade treze anos mais tarde, em 2017, ao mesmo tempo em que trabalhava e criava dois filhos pequenos. Lá, concluí mestrado em Literatura e Crítica Literária, com uma pesquisa sobre protagonistas narradoras de Elena Ferrante e Ana Maria Machado.

Editora Abril

Eu já tinha feito estágio em outras três empresas (na Latinarte, uma galeria online que não existe mais, no departamento de comunicação da Basf, e na Editora Segmento) quando, em 2003, fui selecionada para o programa de estágio da Editora Abril. A vaga era para a editoria de saúde da revista Veja. Cheguei achando que cataria clips no chão da redação, mas já havia um fechamento esperando por mim na primeira semana de trabalho. Fui contratada como repórter e ali fiquei por três anos (eu adorava reportagens sobre vírus, vai vendo…). Também trabalhei como repórter nas revistas Viagem e Turismo e Veja São Paulo. Em 2011, passei de novo por Veja, na mesma editoria do início de carreira. Anos mais tarde, quando já tinha meu próprio escritório, o Bergamota, voltei à Abril em um outro contexto. Assumi o Prêmio CLAUDIA, então a maior premiação feminina da América Latina. Sob os meus cuidados estavam a curadoria de finalistas, a coordenação do conteúdo e do evento de premiação e, o que mais me entusiasmava, a reportagem. Graças ao prêmio, entre os anos de 2015 e 2018, viajei para todas as regiões do país e entrevistei em profundidade uma centena de mulheres e alguns homens.

UOL

Em 2012 e parte de 2013, mantive um blog, o Chá de Bergamota, que era parceiro do UOL. Mas, só em 2015, produzi as primeiras reportagens para o portal, no então recém-lançado projeto de grandes reportagens multimídia, o TAB. Desde lá, colaborei com vários outros canais. Fiz reportagens e editei conteúdo também em Universa e Nossa, apresentei dez episódios do podcast Geração P, em que entrevistei mulheres na linha de frente contra a pandemia. Em 2019, fui editora de Ecoa.  

Bandeirantes

Em 2008, fui repórter especial da rádio BandNews FM. Gaguejava um pouco quando me pediam para entrar ao vivo e dar o boletim de trânsito – eu ficava nervosa e confundia "Jaguaré" com "jacaré" –, mas guardei comigo o encanto pela amplitude que a voz dá às palavras. 

 

b_arco

Em 2016, comecei a pensar em voltar a estudar. Escolhi, então, o Curso de formação de roteiristas, na b_arco. Estudar cinema foi incrível e ainda quero fazer mais disso, mas, naquele momento, tive certeza de que deveria mergulhar na essência da narrativa. Decidi, então, cursar o mestrado em Literatura e Crítica Literária na PUC-SP.

"Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos." Clarice Lispector 

Uma vez por mês e sempre que me dá na telha, eu escrevo uma cartinha. Algumas vezes tem uma crônica, outras vezes uma entrevista ou até uma reflexão. Também costumo dividir com quem recebe dicas e insights sobre livros, reportagens, filmes, podcasts e outras coisas bacanas que passaram por aqui. Para receber, preencha os campos abaixo. ;)

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